segunda-feira, 29 de junho de 2009

Thriller

Talvez seja apenas impressão minha, mas o modo em que nos relacionamos com Deus é que indica a maneira que encaramos a nossa vida. Sem generalizações, banalizações e/ou padronizações. Estar na chuva é algo que acontece com qualquer um, mas a maneira como reagir à chuva é diferente: quem se relaciona com Deus age de uma maneira; quem não se relaciona, age de outra. Quem não ora não se difere de quem não ora; é um ateu não-confessional. A vida segue, as situações acontecem e seu comportamento vai depender da sua proximidade ou não com Deus. Prático e complexo assim. Servir a Deus requer uma resposta. Positiva ou negativa. Não responder é uma resposta. E isso tem influência sobre viver.

Não tem muito a ver com ritos religiosos. Com proibições ou negações, oferendas e sacrifícios. Tem a ver com caráter e postura. Tem a ver com o sentimento de querer que Deus fique feliz com os comportamentos que tenho. Tem a ver com ter humildade de admitir excessos e erros, e não com 'respostas à ideologias religiosas'.

É uma opção de escolha. Eu escolho viver com Deus, e a responsabilidade e os compromissos que são vitais a esse relacionamento, ou eu escolho não viver com Deus. É impossível viver uma vida cristã sem regras. Quem acha que vive assim, vive na escuridão, e não conhece a profundidade e a seriedade que isso representa. Quem vive assim, vive uma vida cristã fantasiosa. A vida não é uma jukebox, que a gente vai dançando conforme a música. A vida não é um parque de diversões, e querer viver uma Terra do Nunca, é escolher viver uma vida de mentira e ter um fim no mínimo melancólico; por passar a vida inteira vivendo algo que nunca se viveu.


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Ok, o Brasil ganhou de virada, e tal. Mas uma coisa ficou estranha: aí onde você mora alguém foi pra janela gritar 'é campeão!'?

Essa é uma das características mais marcantes da era Dunga: os jogadores comemoram mais que a torcida. Nem o Galvão Bueno comemora mais como antigamente...


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Para alegria do mundo, junho está no fim. Porém, não nos deixa de aprontar mais uma: a turnê do fim do mundo aterrisou ontem em Tegucigalpa.

Depois de um junho como esse, nada melhor partirmos pro segundo semestre.


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If you should ever find someone new
I know he'd better be good to you
'Cause if he doesn't
I'll be there
I'll be there

(The Jackson 5, I'll be there, live at International Tour in Paris)


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5 eu porém, vos digo...:

Richard disse...

E eu achando que você estava prestando um tributo...

Ana Clara Jardim Hamude disse...

A idéia do tributo é boa,daí ele poderia colocar uma daquelas fotos vestido de Jackson 5...


(melhor parte da música)

Nayara Maia disse...

Acho q todos pensamos ser um tributo... rs.

Boa escolha pra música.

legscomplainig disse...

Olá amigo do Richard que não existe.

...

Ana Clara Jardim Hamude disse...

que fique claro:
não passou pela minha cabeça a idéia de um tributo.
(para tirar dúvidas:fui na onda!)